Vamos à novela do Banco Real de 2011.
Novela mesmo.
Tá entendiado? Lê aí.
Entrei na firma nova em 3/01. A firma nova paga via Banco Real. Como eu já tinha uma conta no Banco Real (porque a firma antiga também pagava pelo Banco Real) fiquei tranquila e dei a conta que já tinha na documentação da firma nova, mas a mulher do RH me fez assinar o cartão do banco me dizendo que "ia ver isso" pra mim. A única dúvida que tinha era se a portabilidade que eu já tinha ia funcionar com a firma nova.
Lá fui eu averiguar se a mesma portabilidade estaria válida para a nova firma pois 1) estou em uma firma nova e 2) a firma nova paga duas vezes no mês. Liguei pro banco porque ligar custa muito menos que ir fisicamente até o banco. Ledo engano.
Liguei uma primeira vez e a primeira pessoa que me atendeu me disse que eu somente teria uma transação sem custos. No segundo pagamento, seria cobrada uma taxa de transação porque portabilidade é apenas uma transação por mês.
Liguei uma segunda vez e a segunda pessoa que me atendeu me disse que, pelo que ela entendia da portabilidade, não interessava quantas vezes minha firma me paga. Desde que seja crédito de salário, a portabilidade ia funcionar.
Não satisfeita com essa resposta, mandei uma correspondência para as ouvidorias do Banco Central e do Banco Real questionando isso: a portabilidade funciona para dois créditos de salário?
Aliás, qual é a maldita diferença entre fale conosco e ouvidoria?
Recebi a resposta do Banco Central antes da resposta do Banco Real.
Prezada Senhora Priscilla,
A propósito, esclarecemos que o art. 2º, § 1º, inciso II, da Resolução 3.402, de 2006, ao dispor sobre isenção tarifária nas transferências dos créditos para outra instituição pelo valor total creditado na conta em questão, não estabelece limite ou periodicidade de tais transferências.
Os normativos editados pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil podem ser consultados em nossa página na internet, pelo caminho "Legislação e normas > Normas do CMN e do BC > Busca de normas".
Para novos contatos, favor utilizar o formulário do serviço "Fale conosco" em nosso site.
Atenciosamente,
Secretaria de Relações Institucionais
Divisão de Atendimento ao Publico
DDG: 0800-9792345
De posse do número da resolução, fui no site do Banco Central e li a dita pra ter argumento contra a falta de informação dos funcionários do Banco Real.
Um determinado dia depois de eu receber a resposta do Banco Central, durante meu horário de almoço, o Banco Real me liga e me diz que a segunda transação da portabilidade seria, sim, cobrada. Quando eu questiono sobre o que o Banco Central me disse e sobre o que está escrito no normativo, a pessoa que me ligou começou a levantar a voz e a ser relativamente estúpido com frases "A senhora tem de entender...".
A senhora tem de entender o cacete. A partir daí eu levantei o /ignore no cidadão e apenas concordei.
Afinal, o funcionário do SAC do Banco Real sabe muito mais que o Banco Central e o normativo emitido.
Mais tarde no mesmo dia, recebo a resposta da mensagem que enviei ao Banco Real.
Prezada Sra. Priscilla Carvalho,
Recebemos sua mensagem pelo site do Banco Real e não identificamos registro anterior no SAC ¿ Serviço de Apoio ao Cliente, canal de cancelamento de produtos e serviços, registro de sugestões, reclamações, dúvidas e elogios.
A Ouvidoria é a última instância para tratamento de reclamações, razão pela qual somente atende a manifestações anteriormente registradas e concluídas em nossos canais de atendimento.
Nesta data, sua manifestação foi encaminhada ao SAC e V.sa. obterá uma resposta em até 5 dias úteis pela equipe de Serviço de Apoio ao Cliente, ficando à disposição para quaisquer esclarecimentos através do telefone 0800 707 2399, 24 horas por dia e 7 dias por semana.
Atenciosamente
Evelyn De Oliveira
Ouvidoria Banco Real
Grupo Santander
So happy.
Uns dias depois, novamente, o SAC do Banco Real me liga. Dessa vez, uma pessoa muito mais educada no telefone. Ela me diz o que eu queria ouvir: que eu e o Banco Central estávamos corretos. Que não importa quantos créditos de salário eu receba, todos eles serão transferidos para a minha conta via portabilidade sem que isso me gere custos. Mas (sempre tem um mas) ela me explicou que isso era somente vinculado a uma conta salário. Expliquei pra ela que eu tinha uma conta corrente e que não tinha conta salário. Ela me dá o número da conta salário que eu tenho no Banco Real. Além disso, ela me disse que seria repassada a informação correta à agência para que os funcionários fossem informados sobre este assunto. Fiquei levemente feliz ao saber disso.
Assim que o telefonema termina, envio para o RH o número da conta salário que a firma nova deve depositar. Afinal, portabilidade é apenas com conta salário.
Eu avisei que era longo. E mal chegamos no meio.
Fui fisicamente ao banco encerrar minha conta corrente e ficar somente com minha conta salário.
Sentei na cadeira em frente à gerente.
- Oi. Eu tenho uma conta corrente aqui cadastrada com uma portabilidade e eu gostaria de sab...
- Sim. Já estou sabendo. - disse a gerente bem seca e estúpida. Fiquei com medo dela.
- ...er se tenho como cadastrar uma portabilidade para meu novo empregador somente na minha conta salário e encerrar minha conta corrente.
Foi aqui que descobri que tinha TRÊS contas abertas no Banco Real: uma de Porto Alegre que eu achava que já estava encerrada desde 2005, a que a firma antiga abriu e uma que a firma nova abriu.! Lembram que eu assinei o cartão do Banco porque a mulher do RH disse que "ia ver isso"?
Sinceramente não lembro o que ela conversou comigo, só lembro que eu saí do Banco Real sabendo que não se aplica portabilidade em contas correntes e que eu não podia ter apenas um conta salário no Banco Real para aplicar a portabilidade.
So happy.
Nesse tempo todo, a firma nova me deposita meu primeiro salário na minha conta corrente do Banco Real. Ligo pro disque Real e faço uma transferência para minha conta bancária. Descubro que tenho uma transferência por mês gratuita. Lembra que uma das mulheres que me atenderam disse que eu tinha uma transferência gratuita? Pensei em desistir da portabilidade porque isso já tinha me incomodado o suficiente.
Aí parei pra pensar: eu tenho esse direito. Vou lutar até o fim pelo meu direito.
Nesse meio tempo, liguei novamente para a minha agência para perguntar novamente sobre portabilidade em contas correntes. Um gerente cujo nome eu não esqueci até hoje me diz a mesma coisa que a gerente que fiquei com medo me disse: não existe portabilidade entre contas correntes.
E como diabos eu tinha portabilidade antes? Tá querendo me dizer que não era de conta corrente para conta corrente? Foi algo que não me ocorreu de perguntar na hora para o fulano.
Fui falar com a mulher do RH e ela me passa o telefone da gerente das contas aqui da firma. Ela me explica que eu tenho, sim, direito a ter portabilidade na conta corrente que isso era meramente configuração de sistema, mas que eu tinha de ir na minha agência passar meus dados para que o dinheiro fosse corretamente transferido.
Ela também me pergunta se eu quero continuar com a conta que eles haviam aberto pra mim. Eu disse que queria ficar com a conta antiga. Ela cancela a conta para mim. Ela também me pede o nome das pessoas com quem eu falei na minha agência que ela ia ligar pra elas e dizer como elas tinham de fazer seu trabalho.
Lógico que não com essas palavras, mas, praticamente, foi o que ela fez.
Mais tarde a gerente da firma me liga dizendo que já havia conversado com o pessoal da minha agência e que era pra eu ir até lá para fazer a configuração da portabilidade.
Lá vou eu novamente ao banco fisicamente. A gerente, aquela que me deu medo, me atendeu novamente, mas de uma maneira muito mais educada. Ela me questiona sobre a conta de Porto Alegre. Eu expliquei que já havia pedido o fechamento dessa conta em 2005 e que a mulher que me atendeu na época somente me disse que ia pedir o fechamento e não havia me dado papel algum.
Ela, muito solícita, liga pra agência de Porto Alegre. Fala com alguém lá dizendo que ia pedir o fechamento dessa conta. E me dá um papel.! Até tenho de ver se já fechou essa conta, já que da outra vez isso não aconteceu.
Depois passamos para a portabilidade. Como já havia caído um crédito da firma nova, tudo foi muito rápido, tranquilo e fácil.
O que mais me incomoda é nessa história toda nem foi o tempo todo que demorou e sim por que diabos fazer essa transação tão complicada?
Às vezes eu acho que tenho predisposição pra ir pro céu. Seriously.
Mostrando postagens com marcador grr. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador grr. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
terça-feira, 30 de março de 2010
O fim da picada é você, seu escroto.
O colega escroto na autoescola.
- Eu não vim na aula sexta. Como eu faço pra recuperar?
- Agora só dia 30 de abril.
- TRINTA DE ABRIL? Como assim?
- É, você tinha de ter avisado antes pra gente poder te realocar. Você tem de repor a mesma aula que você perdeu.
- Mas só dia 30 de abril?
- Sim. O outro curso começa na segunda dessa semana. E você perdeu a primeira sexta-feira.
A maravilhosa aula de ontem continha mais crianças que pessoas querendo obter a cê ene agá. Sabe aula de terceira série que os alunos recém voltaram do recreio? A aula começou assim. A única coisa que eu conseguia pensar era "kill me! kill me now!". E assim foi durante a primeira hora. Já que eu estou lá pra estudar, resolvi ir lendo a matéria de Direção Defensiva (já que eu já tinha lido o que ela estava tentando ensinar). No meio da discussão, escuto:
Mas no meio da bagunça, o escroto abre a boca.
- Professora! Mas eu não vim sexta, não vou vir quarta nem quinta nem sexta.
- É. Funciona assim agora. Mas por que você não vem tantos dias?
- Feriado, professora. Assim eu fico mais um dia com a minha família. Mas é um absurdo eu ter de recuperar a aula só lá em abril! É o fim da picada.
E lá vai mais discussão acerca das novas regras do Detran para tirar carteira.
É o fim da picada pessoas como você, seu idiota.
É o fim da picada que você acha injusto quando a regra não te beneficia.
Quando eu fiz minha inscrição, a mulher me disse 328748954258743265123947321 vezes que eu tinha de avisar com 24h de antecedência se eu ia faltar. A simpática mulher não me disse por quê. Eu não perguntei porque ela tava falando tantotantotanto e se repetindo mais umas tantas vezes que me deixou desnorteada. Mas eu sabia o procedimento.
É por conta de idiotas como você que a regra está tão burocrática.
A professora, mais tarde, tomou uma atitude de professora de terceira série dizendo que tinha gente querendo aprender bla bla bla deu de bagunça bla bla bla. Até que funcionou e o tempo passou mais rápido.
- Eu não vim na aula sexta. Como eu faço pra recuperar?
- Agora só dia 30 de abril.
- TRINTA DE ABRIL? Como assim?
- É, você tinha de ter avisado antes pra gente poder te realocar. Você tem de repor a mesma aula que você perdeu.
- Mas só dia 30 de abril?
- Sim. O outro curso começa na segunda dessa semana. E você perdeu a primeira sexta-feira.
A maravilhosa aula de ontem continha mais crianças que pessoas querendo obter a cê ene agá. Sabe aula de terceira série que os alunos recém voltaram do recreio? A aula começou assim. A única coisa que eu conseguia pensar era "kill me! kill me now!". E assim foi durante a primeira hora. Já que eu estou lá pra estudar, resolvi ir lendo a matéria de Direção Defensiva (já que eu já tinha lido o que ela estava tentando ensinar). No meio da discussão, escuto:
Mas no meio da bagunça, o escroto abre a boca.
- Professora! Mas eu não vim sexta, não vou vir quarta nem quinta nem sexta.
- É. Funciona assim agora. Mas por que você não vem tantos dias?
- Feriado, professora. Assim eu fico mais um dia com a minha família. Mas é um absurdo eu ter de recuperar a aula só lá em abril! É o fim da picada.
E lá vai mais discussão acerca das novas regras do Detran para tirar carteira.
É o fim da picada pessoas como você, seu idiota.
É o fim da picada que você acha injusto quando a regra não te beneficia.
Quando eu fiz minha inscrição, a mulher me disse 328748954258743265123947321 vezes que eu tinha de avisar com 24h de antecedência se eu ia faltar. A simpática mulher não me disse por quê. Eu não perguntei porque ela tava falando tantotantotanto e se repetindo mais umas tantas vezes que me deixou desnorteada. Mas eu sabia o procedimento.
É por conta de idiotas como você que a regra está tão burocrática.
A professora, mais tarde, tomou uma atitude de professora de terceira série dizendo que tinha gente querendo aprender bla bla bla deu de bagunça bla bla bla. Até que funcionou e o tempo passou mais rápido.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Senhora Noção
Quando a notícia veio, caiu como uma bomba no nosso colo. E veio por email.
Isso, com certeza, é minha culpa. Eu pedi a ele por email que tentasse descobrir quando as mudanças aconteceriam. E email é a forma que a gente tem de se comunicar durante o dia sem gastar.
Nenhum de nós dois achava que isso se daria antes de 2012.
Sabe quando você não quer contar algo pra ninguém porque você não se sente bem?
Sabe quando você conta pra alguém porque precisa dividir mesmo sabendo que você não se sente bem?
Domingo, escuto:
- Alguém tem de avisar com tempo quando for embora, em tom de brincadeira.
Nem lembro do contexto, nem lembro se foram essas as palavras. Sei que todos os pensamentos da minha cabeça sumiram e todas as pessoas da sala olharam pra mim com algum certo pânico no olhar.
Infelizmente, tive de contar da pior maneira na minha opinião.
E na sequência:
- Porque a gente precisa achar alguém pra te substituir, em nenhum tom de brincadeira.
Doeu.
E isso ficou soando na minha cabeça durante a insônia que tive hoje.
De certa maneira, isso tira um peso gigante das minhas costas em diversos aspectos porque, se eu sou tratada dessa maneira num projeto pequeno, acabou de ser aberta a porta para eu tratar de volta no projeto maior. Pra que perder tempo pensando em alguém que não se importa em, pelo menos, te puxar pra um cantinho pra perguntar se pode abrir um assunto que não é seu e te expor na frente de todo mundo com um "tom de brincadeira"? Pra mim, não teve nenhum tom de brincadeira.
E a minha conclusão sobre tudo isso é: já acha alguém pra me substituir agora. Dessa forma, me sobra tempo pra outras coisas.
Isso, com certeza, é minha culpa. Eu pedi a ele por email que tentasse descobrir quando as mudanças aconteceriam. E email é a forma que a gente tem de se comunicar durante o dia sem gastar.
Nenhum de nós dois achava que isso se daria antes de 2012.
Sabe quando você não quer contar algo pra ninguém porque você não se sente bem?
Sabe quando você conta pra alguém porque precisa dividir mesmo sabendo que você não se sente bem?
Domingo, escuto:
- Alguém tem de avisar com tempo quando for embora, em tom de brincadeira.
Nem lembro do contexto, nem lembro se foram essas as palavras. Sei que todos os pensamentos da minha cabeça sumiram e todas as pessoas da sala olharam pra mim com algum certo pânico no olhar.
Infelizmente, tive de contar da pior maneira na minha opinião.
E na sequência:
- Porque a gente precisa achar alguém pra te substituir, em nenhum tom de brincadeira.
Doeu.
E isso ficou soando na minha cabeça durante a insônia que tive hoje.
De certa maneira, isso tira um peso gigante das minhas costas em diversos aspectos porque, se eu sou tratada dessa maneira num projeto pequeno, acabou de ser aberta a porta para eu tratar de volta no projeto maior. Pra que perder tempo pensando em alguém que não se importa em, pelo menos, te puxar pra um cantinho pra perguntar se pode abrir um assunto que não é seu e te expor na frente de todo mundo com um "tom de brincadeira"? Pra mim, não teve nenhum tom de brincadeira.
E a minha conclusão sobre tudo isso é: já acha alguém pra me substituir agora. Dessa forma, me sobra tempo pra outras coisas.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
O dentista gatinho
Quebrei meu dênti pôdi quarta comendo pipoca. Quinta fui no dentista e a minha dentista colou meu dente só pra eu não ficar com ele balançando na minha boca. Marquei, na mesma quinta, consulta com o dentista de implante. Quem é ele? O dentista gatinho.
Não lembro se postei a primeira vez que vi o dentista gatinho, mas, pra resumir, eu não lembro de absolutamente nada que ele tenha falado porque eu só pensava "deus, que cara LINDO!". E ele sabe que é bonito. Ah, sabe. As atendentes da clínica B-A-B-A-M por ele e ele se diverte com isso. E eu lá, pensando "ai, gente. Ele tá BARANGO. Hello-o. E ainda se acha!". Para todas terem uma idéia, ele é loiro, cabelo corte militar, olho verde, branco, alto, corpinho direitinho (pelo que deu pra ver através da roupinha de dentista), estilo desleixado por conta da camisa listada vertical vermelha por fora da calça e um anel uó do borogodó grosso pra dedéu prata no dedo.
Quando o vi novamente pensei "ai, que acabado". Tava com a pele meio batida do tempo (pessoas sem o dom da melanina parecem mais velhas do que realmente são cof-cof). Daí eu fiquei na minha pensando "ele era mais bonito. Que pena. Embarangou, tadinho" enquanto ele conversava comigo do meu implante dentário.
Resumo da história: 150 reais pra extrair o dente, 2k pro implante e adeus plano Europa Já.
Não lembro se postei a primeira vez que vi o dentista gatinho, mas, pra resumir, eu não lembro de absolutamente nada que ele tenha falado porque eu só pensava "deus, que cara LINDO!". E ele sabe que é bonito. Ah, sabe. As atendentes da clínica B-A-B-A-M por ele e ele se diverte com isso. E eu lá, pensando "ai, gente. Ele tá BARANGO. Hello-o. E ainda se acha!". Para todas terem uma idéia, ele é loiro, cabelo corte militar, olho verde, branco, alto, corpinho direitinho (pelo que deu pra ver através da roupinha de dentista), estilo desleixado por conta da camisa listada vertical vermelha por fora da calça e um anel uó do borogodó grosso pra dedéu prata no dedo.
Quando o vi novamente pensei "ai, que acabado". Tava com a pele meio batida do tempo (pessoas sem o dom da melanina parecem mais velhas do que realmente são cof-cof). Daí eu fiquei na minha pensando "ele era mais bonito. Que pena. Embarangou, tadinho" enquanto ele conversava comigo do meu implante dentário.
Resumo da história: 150 reais pra extrair o dente, 2k pro implante e adeus plano Europa Já.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Fui enganada
E duas vezes no mesmo dia. DUAS!
Uma pelo Banco do Brasil e outra pelo porteiro desdentado do prédio da minha psicóloga.
Earlier on that day...
Eu ganhei do governo de natal uma borracha pra apagar o asterisco do meu CPF. Então, antes do carnaval, eu pedi pro Banco do Brasil (através do Homebanking) um cartão de crédito. Na hora que apertar, dá pra, pelo menos, comer.
Até ontem, nem à merda o banco me mandou. Resolvi ligar. Se fossem brigar comigo, eu ia dizer que ia procurar outro banco pra fazer meu cartão de crédito.
- Banco do Brasil, Camila, boa tarde.
- Olá. Com quem eu poderia falar sobre cartões de crédito?
- Todos os ramais de atendimento estão ocupados, a senhora aguarda?
- Sim.
Algumas musiquinha de elevador que falam de propagandas de produtos do Banco do Brasil depois...
- silêncio... Ahn... Alô?
- Ah. Oi. Eu fiz uma solicitaćão de cartão de crédito pelo Homebanking e gostaria de saber qual o encaminhamento dado.
- Qual seu nome?
- Priscilla com ésse cê e dois éles Kurtz com cá Vieira de Carvalho.
tecla tecla tecla tecla tecla tecla ...
- Não tem nada registrado.
- Como não tem nada registrado?!
- Qual o número da sua conta, senhora?
- 1B0D3.
- É. Realmente não tem nada registrado.
- Ah. Que maravilha.
- A senhora quer que eu encaminhe novamente?
- Sim.
E agora, somente daqui a 15 dias, vou ter meu cartão de crédito.
Cacete! Eu quero pintar meu cabelo!
Later on that day...
Fui pra psicóloga. Ao sair dela, meus sapatos assassinos assassinaram meus minguinhos. Resolvi ir de táxi pra casa. Gasto desnecessário, mas eu não conseguia caminhar direito. Fora que o vento na Carlos Gomes tava levantando minha saia se eu não a segurasse. Descendo no elevador, eu cheguei à conclusão que eu achava que tinha um ponto de táxi na frente do prédio. E tinha. Mas só o ponto de táxi. Então, cheguei no porteiro:
- Oi, boa noite. Será que o senhor poderia chamar um táxi?
- Em... Ahm... É... Posso sim.
Ele pega o celular.
Celular? Pra chamar um táxi? Sei lá, né. Achei muito estranho, mas ele comeća a discar. Eu fiquei olhando pro ponto de táxi pra ver se não chegava algum, enquanto isso, na Carlos Gomes passavam milhões de táxis vazios.
Em um tom absurdamente alto:
- Alô? Eu queria um táxi.
silêncio
- O QUÊ? Vai demorar meia hora? Peraí.
Como assim vai demorar meia hora?! Que absurdo! O porteiro me olha e diz:
- Vai demorar meia hora.
- Ai. Tá bom. Obrigada.
- É. A senhora pode ficar esperando ali no ponto de táxi (ele aponta pra mim o ponto de táxi que não tinha táxi) que sempre chega um ali.
Eu olho pra ele incrédula.
- Muito obrigada.
E ele, pacientemente, larga o celular na mesa.
Pra quem acompanhou atentamente a história, percebeu que ele deixou o/a mocinho/a do telefone do táxi esperando.
Claro que deixou esperando, se ele, pelo menos, tivesse ligado de verdade e não feito um teatrinho ridículo. E, além de porteiro, ainda por cima, é desdentado!!!
Nada contra, mas eu ODEIO pobre. Ai, como eu odeio. Odeio ainda mais os que fingem ser gentis. Custava ele ter dito "a gente não tem como ligar pra número de fora do condomínio" ou "eu infelizmente não tenho como chamar um táxi pra senhora"? Mas nãããããããããão, tem de fazer esse teatrinho ridículo.
E fora que, fui caminhando lentamente pra Carlos Gomes, esperei uns cinco minutos e NENHUM táxi passou.
Voltei pra casa de ônibus com meus minguinhos em frangalhos.
Uma pelo Banco do Brasil e outra pelo porteiro desdentado do prédio da minha psicóloga.
Earlier on that day...
Eu ganhei do governo de natal uma borracha pra apagar o asterisco do meu CPF. Então, antes do carnaval, eu pedi pro Banco do Brasil (através do Homebanking) um cartão de crédito. Na hora que apertar, dá pra, pelo menos, comer.
Até ontem, nem à merda o banco me mandou. Resolvi ligar. Se fossem brigar comigo, eu ia dizer que ia procurar outro banco pra fazer meu cartão de crédito.
- Banco do Brasil, Camila, boa tarde.
- Olá. Com quem eu poderia falar sobre cartões de crédito?
- Todos os ramais de atendimento estão ocupados, a senhora aguarda?
- Sim.
Algumas musiquinha de elevador que falam de propagandas de produtos do Banco do Brasil depois...
- silêncio... Ahn... Alô?
- Ah. Oi. Eu fiz uma solicitaćão de cartão de crédito pelo Homebanking e gostaria de saber qual o encaminhamento dado.
- Qual seu nome?
- Priscilla com ésse cê e dois éles Kurtz com cá Vieira de Carvalho.
tecla tecla tecla tecla tecla tecla ...
- Não tem nada registrado.
- Como não tem nada registrado?!
- Qual o número da sua conta, senhora?
- 1B0D3.
- É. Realmente não tem nada registrado.
- Ah. Que maravilha.
- A senhora quer que eu encaminhe novamente?
- Sim.
E agora, somente daqui a 15 dias, vou ter meu cartão de crédito.
Cacete! Eu quero pintar meu cabelo!
Later on that day...
Fui pra psicóloga. Ao sair dela, meus sapatos assassinos assassinaram meus minguinhos. Resolvi ir de táxi pra casa. Gasto desnecessário, mas eu não conseguia caminhar direito. Fora que o vento na Carlos Gomes tava levantando minha saia se eu não a segurasse. Descendo no elevador, eu cheguei à conclusão que eu achava que tinha um ponto de táxi na frente do prédio. E tinha. Mas só o ponto de táxi. Então, cheguei no porteiro:
- Oi, boa noite. Será que o senhor poderia chamar um táxi?
- Em... Ahm... É... Posso sim.
Ele pega o celular.
Celular? Pra chamar um táxi? Sei lá, né. Achei muito estranho, mas ele comeća a discar. Eu fiquei olhando pro ponto de táxi pra ver se não chegava algum, enquanto isso, na Carlos Gomes passavam milhões de táxis vazios.
Em um tom absurdamente alto:
- Alô? Eu queria um táxi.
silêncio
- O QUÊ? Vai demorar meia hora? Peraí.
Como assim vai demorar meia hora?! Que absurdo! O porteiro me olha e diz:
- Vai demorar meia hora.
- Ai. Tá bom. Obrigada.
- É. A senhora pode ficar esperando ali no ponto de táxi (ele aponta pra mim o ponto de táxi que não tinha táxi) que sempre chega um ali.
Eu olho pra ele incrédula.
- Muito obrigada.
E ele, pacientemente, larga o celular na mesa.
Pra quem acompanhou atentamente a história, percebeu que ele deixou o/a mocinho/a do telefone do táxi esperando.
Claro que deixou esperando, se ele, pelo menos, tivesse ligado de verdade e não feito um teatrinho ridículo. E, além de porteiro, ainda por cima, é desdentado!!!
Nada contra, mas eu ODEIO pobre. Ai, como eu odeio. Odeio ainda mais os que fingem ser gentis. Custava ele ter dito "a gente não tem como ligar pra número de fora do condomínio" ou "eu infelizmente não tenho como chamar um táxi pra senhora"? Mas nãããããããããão, tem de fazer esse teatrinho ridículo.
E fora que, fui caminhando lentamente pra Carlos Gomes, esperei uns cinco minutos e NENHUM táxi passou.
Voltei pra casa de ônibus com meus minguinhos em frangalhos.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
O mal do cópi-pêisti
Tô, desde ontem, tomando pau do latex na hora de compilar meu TI*. Compila e dava sempre o mesmo erro: Undefinded command sei lá o que quando tentava montar as referências. E sempre dava pau no pesquisa-ws.bib, sendo que eu não estava usando o pesquisa-ws.bib. E eu fiquei olhando...
Copiei todo meu tii.bib pro pesquisa-ws.bib e dava o mesmo erro.
And then it hit me: cópi-pêisti.
Eu peguei a pesquisa de web services que tinha feito, dentro de um \documentclass{article}, e dei um include nele no tii.tex somente delentando o preambulo. O final, quando é incluído o pesquisa-ws.bib, ainda tava lá. Grr.
Copiei todo meu tii.bib pro pesquisa-ws.bib e dava o mesmo erro.
And then it hit me: cópi-pêisti.
Eu peguei a pesquisa de web services que tinha feito, dentro de um \documentclass{article}, e dei um include nele no tii.tex somente delentando o preambulo. O final, quando é incluído o pesquisa-ws.bib, ainda tava lá. Grr.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Eu odeio sopraninho que se acha
Eu canto em coral faz algum tempo, mas eu não me acho por isso. E, graças, já saí da fase sopraninho. Sopraninho é a soprano que começa a cantar e acha que cantar em coral é cantar como a Sandy, com voz de guriazinha. Cantar em coral é uma arte, assim como cantar como a Sandy canta é uma arte. Mas são artes diferentes para ouvidos diferentes.
Cantar em coral exige descobrir que existe diafragma e que ele é usado pra dar apoio pra coluna de ar que faz a voz aparecer; ter postura labial pras vogais, principalmente pro "a" (a pior vogal de todas), sairem com voz empostada e não com voz de gatinha miando; ter postura educacional pra aprender a pegar o seu tom a partir do tom das outras vozes (quando não se é músico ou não estuda para tal, não é fácil ler partituras); aprender a ouvir o que o cara do seu lado está cantando.
Cantar fora de coral basta, basicamente, não ter vergonha de cantar em público. Cantores com voz um pouco anasalada ou muito carismáticos fazem sucesso porque não têm vergonha de cantar. Se o cara tem timbre de voz legal, é afinado e tem talento (ou alguma outra combinação parecida com essa) só tende a ir pra frente.
Mas sopraninho que se acha... É insuportável.
Estava eu no coral e o coral estava aprendendo uma música nova. Dessa vez, as sopranos não estavam com a melodia, o que torna a vida das sopranos um inferno porque nós sempre temos a melodia e a sopraninho não estava entendendo o salto de segunda que tinha ali. É um salto chatinho, mas nós cantamos aquela nota no tempo exatamente anterior. Mais exatamente duas colcheias antes. Eu me ensinei o método de rabiscar a partitura pra eu criar relações entre as notas e me virar sem o violão ou teclado e achar meu tom. E a sopraninho ali não se achando no salto. Ela estava sem partitura porque ela não tinha a partitura. Olhar pra partitura do lado, nem pensar.
- Eu ainda não entendi a nota.
Todas as sopranos cantam a nota. Com alguma arrogância na voz e no tom, ela larga pro regente:
- É que eu ainda não consegui te escutar.
Pegando o tom do Alex: ah, vai se fuder, meu!
Sopraninho que, não canta, mia em todas as músicas, que não consegue pegar o tom das colegas de naipe e que tem a arrogância de ter de pegar o tom somente do regente (nem do violão ela tem capacidade porque o tom sempre é dado no violão antes) somente merece meu desprezo. Eu já não gostei dela quando a vi. Agora nem tenho com o que me preocupar. Eu só vou lá pra cantar mesmo.
Talvez eu tenha esquecido de colocar ali que cantar em coral exige ser parte de um grupo.
Cantar em coral exige descobrir que existe diafragma e que ele é usado pra dar apoio pra coluna de ar que faz a voz aparecer; ter postura labial pras vogais, principalmente pro "a" (a pior vogal de todas), sairem com voz empostada e não com voz de gatinha miando; ter postura educacional pra aprender a pegar o seu tom a partir do tom das outras vozes (quando não se é músico ou não estuda para tal, não é fácil ler partituras); aprender a ouvir o que o cara do seu lado está cantando.
Cantar fora de coral basta, basicamente, não ter vergonha de cantar em público. Cantores com voz um pouco anasalada ou muito carismáticos fazem sucesso porque não têm vergonha de cantar. Se o cara tem timbre de voz legal, é afinado e tem talento (ou alguma outra combinação parecida com essa) só tende a ir pra frente.
Mas sopraninho que se acha... É insuportável.
Estava eu no coral e o coral estava aprendendo uma música nova. Dessa vez, as sopranos não estavam com a melodia, o que torna a vida das sopranos um inferno porque nós sempre temos a melodia e a sopraninho não estava entendendo o salto de segunda que tinha ali. É um salto chatinho, mas nós cantamos aquela nota no tempo exatamente anterior. Mais exatamente duas colcheias antes. Eu me ensinei o método de rabiscar a partitura pra eu criar relações entre as notas e me virar sem o violão ou teclado e achar meu tom. E a sopraninho ali não se achando no salto. Ela estava sem partitura porque ela não tinha a partitura. Olhar pra partitura do lado, nem pensar.
- Eu ainda não entendi a nota.
Todas as sopranos cantam a nota. Com alguma arrogância na voz e no tom, ela larga pro regente:
- É que eu ainda não consegui te escutar.
Pegando o tom do Alex: ah, vai se fuder, meu!
Sopraninho que, não canta, mia em todas as músicas, que não consegue pegar o tom das colegas de naipe e que tem a arrogância de ter de pegar o tom somente do regente (nem do violão ela tem capacidade porque o tom sempre é dado no violão antes) somente merece meu desprezo. Eu já não gostei dela quando a vi. Agora nem tenho com o que me preocupar. Eu só vou lá pra cantar mesmo.
Talvez eu tenha esquecido de colocar ali que cantar em coral exige ser parte de um grupo.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Baccolino, o cão que vai resistir
O Bacco é o meu primeiro sobrinho canino. Ele é um salsicha. Eu que escolhi o nome. Minha irmã Fá queria um nome de deus grego. Bacco foi o que ela mais gostou. Lembro como se fosse hoje aquele ratinho pequeno cor de pinhão no braço da minha mãe...
Hoje, a Vivi tava passeando com os dois sobrinhos caninos, o Bacco e o Otto (também salsicha). Na frente do prédio onde elas moram tem um posto de gasolina "abandonado" que é "cuidado" por um rotweiler. O posto é cercado por placas de compensado. Passando por ali, o rotweiler rompe a parede de compensado e se atraca no Bacco. Pega ele pela cintura e sacode até não poder mais. A Vivi se desesperou, começou a gritar, enquanto o pequeno Otto tentava se avançar no rotweiler pra proteger o irmão. Isso pedurou durante algum tempo até alguém se indignar pra ajudar, parar e dar uma paulada no rotweiler pra ele soltar o Bacco. Acho que o pequeno já estava inconsciente essa hora. E até conseguir alguém pra dar uma carona até um hospital veterinário foi outro parto.
A Vivi me contou tudo isso chorando no telefone. Eu quase tive uma síncope, mas tive de ser forte e acalmar a menina. Tudo que ela dizia era "a culpa foi minha! a culpa foi minha!". E não foi! Ela teve uma putz boa vontade de levar os pequenos pra passear. A culpa é do irresponsável que deixa um rotweiler treinado pra morder tudo que ver solto apenas preso por uma parede chulé de compensado!
Resultado: o pequeno está inconsciente depois de um tempo de cirurgia. Ele teve perfuração no pulmão (que não foi tão grave), muita perda muscular no tórax por conta das fraturas nas costelas. Temos de esperar pra ver como o Bacco vai reagir. Cachorro tem muito germe. Como ele teve hemorragia interna e pelas coisas da cirurgia, temos de torcer pra ele ser mais forte e não ter infecção. E o pior: ninguém pode ir visitar pra ele não se agitar... Os pontos da cirurgia estão um pertinho do outro...
Tudo bem, foi só um cachorro. Mas, e se o rotweiler se grudasse na minha irmã? Ou em alguma das crianças que vivem brincando ali por perto? Pior que, a primeira coisa a se fazer, é sacrificar o bicho. Tem de sacrificar o dono, isso sim. É de instinto do bicho. Ele não tem culpa de nada. Se ele o dono dele não tivesse a mesma evolução mental que seu cachorro e deixasse o bicho preso em uma corrente, nada disso teria acontecido. Pra mim, cachorro vale mais que gente por vezes. O Bacco com certeza. Assim como o Kid era, o Bacco é um bom cão. Dos dois sobrinhos caninos, ele foi o único que, durante a gestação da Fá, lambia e cheirava a barriga. Depois que o Arthur nasceu, ele se desespera tanto quando a gente quando o baby chora. Fica ali do lado na hora do banho, quer saber tudo que acontece com o irmão humano.
Agora ele está lá, passando por mais uma ruim. Mas ele vai resistir. É um cão forte, companheiro, brincalhão, safado, carentão... É o meu Baccolino.
Hoje, a Vivi tava passeando com os dois sobrinhos caninos, o Bacco e o Otto (também salsicha). Na frente do prédio onde elas moram tem um posto de gasolina "abandonado" que é "cuidado" por um rotweiler. O posto é cercado por placas de compensado. Passando por ali, o rotweiler rompe a parede de compensado e se atraca no Bacco. Pega ele pela cintura e sacode até não poder mais. A Vivi se desesperou, começou a gritar, enquanto o pequeno Otto tentava se avançar no rotweiler pra proteger o irmão. Isso pedurou durante algum tempo até alguém se indignar pra ajudar, parar e dar uma paulada no rotweiler pra ele soltar o Bacco. Acho que o pequeno já estava inconsciente essa hora. E até conseguir alguém pra dar uma carona até um hospital veterinário foi outro parto.
A Vivi me contou tudo isso chorando no telefone. Eu quase tive uma síncope, mas tive de ser forte e acalmar a menina. Tudo que ela dizia era "a culpa foi minha! a culpa foi minha!". E não foi! Ela teve uma putz boa vontade de levar os pequenos pra passear. A culpa é do irresponsável que deixa um rotweiler treinado pra morder tudo que ver solto apenas preso por uma parede chulé de compensado!
Resultado: o pequeno está inconsciente depois de um tempo de cirurgia. Ele teve perfuração no pulmão (que não foi tão grave), muita perda muscular no tórax por conta das fraturas nas costelas. Temos de esperar pra ver como o Bacco vai reagir. Cachorro tem muito germe. Como ele teve hemorragia interna e pelas coisas da cirurgia, temos de torcer pra ele ser mais forte e não ter infecção. E o pior: ninguém pode ir visitar pra ele não se agitar... Os pontos da cirurgia estão um pertinho do outro...
Tudo bem, foi só um cachorro. Mas, e se o rotweiler se grudasse na minha irmã? Ou em alguma das crianças que vivem brincando ali por perto? Pior que, a primeira coisa a se fazer, é sacrificar o bicho. Tem de sacrificar o dono, isso sim. É de instinto do bicho. Ele não tem culpa de nada. Se ele o dono dele não tivesse a mesma evolução mental que seu cachorro e deixasse o bicho preso em uma corrente, nada disso teria acontecido. Pra mim, cachorro vale mais que gente por vezes. O Bacco com certeza. Assim como o Kid era, o Bacco é um bom cão. Dos dois sobrinhos caninos, ele foi o único que, durante a gestação da Fá, lambia e cheirava a barriga. Depois que o Arthur nasceu, ele se desespera tanto quando a gente quando o baby chora. Fica ali do lado na hora do banho, quer saber tudo que acontece com o irmão humano.
Agora ele está lá, passando por mais uma ruim. Mas ele vai resistir. É um cão forte, companheiro, brincalhão, safado, carentão... É o meu Baccolino.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Como terminar a semana
Grite no jogo do Grêmio, abuse um pouco no coral e fique sem voz.
Para completar, arranque um naco do dedão cortando queijo para a sua torrada.
Mexa levemente.
Deixe descansar
Reze para melhorar.
Para completar, arranque um naco do dedão cortando queijo para a sua torrada.
Mexa levemente.
Deixe descansar
Reze para melhorar.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Como começar a semana
Vá até a farmácia mais próxima e gaste R$45 em remédios porque sua garganta acordou estourada.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Era o que me faltava mesmo.
Como se já não bastassem os problemas diários, acabo de descobrir que meu armário está infestado de cupim. Além de estar torto. Tudo o que eu precisava mesmo era me vestir e ter cheirinho de jimo cupim.
E, o mais interessante, acontece logo na semana que eu vou viajar durante do final de semana.
Murphy maldito!
E, o mais interessante, acontece logo na semana que eu vou viajar durante do final de semana.
Murphy maldito!
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Target Hit
(16:21:38) Marcelo Bona: Priscila, podes falar?
(16:21:45) SuperPri: posso
(16:21:47) SuperPri: falaí
(16:23:28) Marcelo Bona: olha só, eu me stressei muito com esse trabalho, já falei isso nos emails e preferi falar pra ti pra ser sincero...
a apresentação foi o limite... desculpa, estourei...
(16:23:46) SuperPri: obrigada pela sinceridade
(16:23:53) SuperPri: melhor isso que ir falar pro professor direto
(16:24:01) SuperPri: eu entendo teu lado
(16:24:04) Marcelo Bona: não quero te prejudicar... e nada que façamos agora vai mudar alguma coisa...
(16:24:10) SuperPri: mas não precisava ser tão grosso, sabe?
(16:24:11) Marcelo Bona: me desculpa a dureza
(16:24:25) SuperPri: puxa, admitir que eu não fiz nada no trabalho, pra mim, é rodar na cadeira
(16:25:13) Marcelo Bona: eu estou stressado com todo esse semestre... e fiquei stressado porque, mesmo tu sabendo que eu estava me f**** com tantos créditos, tu não fez direito a tua parte... tu deve ter tido os teus problemas... então, desculpa a parcialidade...
(16:25:22) Marcelo Bona: eu pensei só no meu lado...
(16:25:37) SuperPri: isso eu percebi
(16:25:47) SuperPri: mas com certeza tu não vai ser prejudicado
(16:26:05) Marcelo Bona: assim espero...
(16:26:07) SuperPri: vamos dizer assim que o instituto inteiro sabe da boa fama dos bons alunos
(16:26:14) SuperPri: tu, certamente, é um deles
(16:26:27) Marcelo Bona: bom, eu te disse o que eu sentia... e falei demais...
(16:26:29) Marcelo Bona: desculpas!
(16:26:46) Marcelo Bona: eu me senti muito mal depois que mandei os emails!
(16:27:01) Marcelo Bona: eu sou muito impulsivo... falo pelos cotovelos...
(16:27:10) SuperPri: eu acho mais simples eu dizer que eu não fiz nada mesmo e tu fica limpinho :)
(16:27:31) Marcelo Bona: tu que sabe priscila...
(16:27:40) Marcelo Bona: eu acho que não vai mais fazer diferença agora...
(16:29:29) Marcelo Bona: até amanhã tu decide o que tu faz... se tu decidir apresentar o trabalho comigo, eu vou te mandar os slides assim que eu acabar... dai tu da uma olhada...
(16:29:34) Marcelo Bona: vou lah trabalhar!
(16:29:38) Marcelo Bona: até mais!
(16:21:45) SuperPri: posso
(16:21:47) SuperPri: falaí
(16:23:28) Marcelo Bona: olha só, eu me stressei muito com esse trabalho, já falei isso nos emails e preferi falar pra ti pra ser sincero...
a apresentação foi o limite... desculpa, estourei...
(16:23:46) SuperPri: obrigada pela sinceridade
(16:23:53) SuperPri: melhor isso que ir falar pro professor direto
(16:24:01) SuperPri: eu entendo teu lado
(16:24:04) Marcelo Bona: não quero te prejudicar... e nada que façamos agora vai mudar alguma coisa...
(16:24:10) SuperPri: mas não precisava ser tão grosso, sabe?
(16:24:11) Marcelo Bona: me desculpa a dureza
(16:24:25) SuperPri: puxa, admitir que eu não fiz nada no trabalho, pra mim, é rodar na cadeira
(16:25:13) Marcelo Bona: eu estou stressado com todo esse semestre... e fiquei stressado porque, mesmo tu sabendo que eu estava me f**** com tantos créditos, tu não fez direito a tua parte... tu deve ter tido os teus problemas... então, desculpa a parcialidade...
(16:25:22) Marcelo Bona: eu pensei só no meu lado...
(16:25:37) SuperPri: isso eu percebi
(16:25:47) SuperPri: mas com certeza tu não vai ser prejudicado
(16:26:05) Marcelo Bona: assim espero...
(16:26:07) SuperPri: vamos dizer assim que o instituto inteiro sabe da boa fama dos bons alunos
(16:26:14) SuperPri: tu, certamente, é um deles
(16:26:27) Marcelo Bona: bom, eu te disse o que eu sentia... e falei demais...
(16:26:29) Marcelo Bona: desculpas!
(16:26:46) Marcelo Bona: eu me senti muito mal depois que mandei os emails!
(16:27:01) Marcelo Bona: eu sou muito impulsivo... falo pelos cotovelos...
(16:27:10) SuperPri: eu acho mais simples eu dizer que eu não fiz nada mesmo e tu fica limpinho :)
(16:27:31) Marcelo Bona: tu que sabe priscila...
(16:27:40) Marcelo Bona: eu acho que não vai mais fazer diferença agora...
(16:29:29) Marcelo Bona: até amanhã tu decide o que tu faz... se tu decidir apresentar o trabalho comigo, eu vou te mandar os slides assim que eu acabar... dai tu da uma olhada...
(16:29:34) Marcelo Bona: vou lah trabalhar!
(16:29:38) Marcelo Bona: até mais!
Mais do VIADO NERD FILHO DA PUTAAAAA!!!!
O viadinho mudou o discurso. Quem quiser ler a thread, eu mando por email. Mas olha último que ele mandou:
Eu mandei um email dizendo:
não precisa. estou me sentindo mal por estar "sendo carregada" por ti nessa cadeira e essa nossa discussão aumentou bastante esse sentimento.
eu fiz as contas erradas no nervosismo e eu já tenho os créditos que preciso. os créditos da cadeira do johann não me fazem não me formar.
eu prefiro dizer pro johann que eu não fiz nada do que te prejudicar no desempenho da cadeira
Eu não quero nada desse guri.
Espero que ele termine sua vida sozinho, abandonado, infeliz, frustrado e broxa.
On 12/7/06, SuperPri <superpri@gmail.com> wrote:
Eu não achei necessário porque ele não estava encasquetando com isso. Ele falou que a idéia de se ter um deadline é pras pessoas não se jogarem nas cordas com a entrega. Não foi só a gente que entregou atrasado.
O erro dos outros não justifica os nossos.
Também estou chateado porque confiei em ti. A forma que eu utilizei para falar contigo foi a única que tive, eu não tive tempo de ir na UFRGS conversar contigo. Além disso eu estou conversando contigo antes de tomar qualquer decisão. Estamos fazendo uma negociação. Eu não sou um ditador.
Comment: não... não é um ditador. só queria que eu rodasse na cadeira porque, na concepção dele, não fiz nada. Eu sei que eu não fiz o meu melhor, mas eu não precisava rodar na cadeira. É isso que ele quer? É isso que ele vai ter.
Comment: não... não é um ditador. só queria que eu rodasse na cadeira porque, na concepção dele, não fiz nada. Eu sei que eu não fiz o meu melhor, mas eu não precisava rodar na cadeira. É isso que ele quer? É isso que ele vai ter.
Novamente, vamos deixar assim.
Já me estressei demais com esse trabalho!
Compartilhamos o crédito pelo trabalho prático. C'est finit!
Eu mandei um email dizendo:
não precisa. estou me sentindo mal por estar "sendo carregada" por ti nessa cadeira e essa nossa discussão aumentou bastante esse sentimento.
eu fiz as contas erradas no nervosismo e eu já tenho os créditos que preciso. os créditos da cadeira do johann não me fazem não me formar.
eu prefiro dizer pro johann que eu não fiz nada do que te prejudicar no desempenho da cadeira
Eu não quero nada desse guri.
Espero que ele termine sua vida sozinho, abandonado, infeliz, frustrado e broxa.
VIADO NERD FILHO DA PUTAAAAA!!!
GRR! GRR! GRR!
OLHEM ISSO! ISSO É REVOLTANTE!
QUERO QUE ELE MORRA DE FRIO E DEPRESSÃO NO CANADÁ!
VÊ SE VAI DAR A BUNDA E ME ESQUECE!
ps. 1: meu pai só tem uma hérnia na virilha. Ele ainda não morreu.
ps. 2: eu não preciso desses créditos pra me formar.
Marcelo,
--
Priscilla Kurtz Vieira de Carvalho
www.inf.ufrgs.br/~pri
superpri@gmail.com
"All subtypes of a serializable class are themselves serializable."
--
OLHEM ISSO! ISSO É REVOLTANTE!
QUERO QUE ELE MORRA DE FRIO E DEPRESSÃO NO CANADÁ!
VÊ SE VAI DAR A BUNDA E ME ESQUECE!
ps. 1: meu pai só tem uma hérnia na virilha. Ele ainda não morreu.
ps. 2: eu não preciso desses créditos pra me formar.
Marcelo,
On 12/6/06, Marcelo Bona <celo.bona@gmail.com> wrote:
Obrigada por duvidar da minha inteligência. Eu sei, sim, como o programa funciona porque eu estudei os códigos depois que tu sentaste comigo e me explicaste. Li o livro de contraponto umas duas vezes pra saber direitinho do que ele se tratava. Eu posso não ter o embasamento musical que tu tens ou não devo saber tanto da implementação quanto tu, mas burra, como tu pareces me ver, eu tenho certeza que não sou.
Sim, eu não codifiquei uma linha. Eu disse que não sabia programar em C# e tu não deste nenhuma outra opção de linguagem. Simplesmente escolhestes C# e ainda me disseste que eu não sei programar. Se eu não sei programar, não sei como estou terminando essa faculdade e nem como ganho dinheiro.
Assumo sem problemas.
Eu só acho chato que foste tu quem propôs que a divisão do trabalho fosse assim. E, agora, um dia antes da apresentação, tu vens e me pedes pra eu assumir minhas culpas e, talvez, ficar sem esses créditos. Pois, no final das contas, é o trabalho que vai dar a nota pros alunos. Eu assumo sim que o atraso do artigo foi culpa minha. Se eu vou assumir isso, tu também vai dizer que tu escolheste que o trabalho fosse dessa maneira. Assim como eu, tu também concordaste em fazer a divisão assim: tu fazes a implementação; e eu, o artigo. Eu sei que o artigo não estava lá uma brastemp.
Que tu fiques com o conceito A e eu com o conceito C? Ótimo. Eu não me preocupo com o conceito que vai ficar no meu histórico. Isso pra mim não faz diferença. Não é isso que me faz melhor ou pior que alguém.
Eu sei das minhas falhas, sei que o artigo não estava bom. Tive muitos (mas muitos mesmo) problemas familiares durante esse semestre e sei que isso não é desculpa. Não é lá muito fácil fazer o que se tem de fazer quando se sabe que seu pai pode morrer a qualquer instante quando tu não podes realmente estar presente. Mas eu resolvi enfrentar assim mesmo sem te dizer nada, afinal o problema, literalmente, é meu. Dei meu melhor, mesmo sabendo que não era o melhor que tu esperavas. Não quero pena, não quero nem que tu compreendas isso ou aches que eu estou fazendo drama. Não é nada disso, mas é o que acontece.
Claro que eu não estava lá junto reescrevendo. É evidente isso.
Às vezes, eu acho que tu falas como se eu não tivesse feito absolutamente nada. Eu sei que eu não fui a melhor estudante esse semestre, mas nada eu tenho certeza que não fiz. Minha vida virou de cabeça pra baixo e eu não soube levar decentemente. Eu admito isso. Não pago 380 reais de psicóloga mensalmente pra nada. E eu realmente agradeço a Deus por ter sido esse semestre. Poderia ter sido bem pior.
E eu espero que tu tenhas consciência das tuas.
Beleza. Conhecendo o Johann, certamente eu vou reprovar nesses créditos.
Sem problemas. Formatura tem todo o semestre.
Como eu já disse, não é isso que me faz melhor ou pior que alguém.
Priscila,
Eu estou me sentindo muito lesado em ter feito dupla contigo.
Posso ter meu conceito prejudicado pela tua falta de responsabilidade que, por exemplo, me fez entregar o artigo atrasado por conta da péssima qualidade e da necessidade de reescrita.
A apresentação foi mais uma decepção, porém sabiamente pedi para que a entreguasse com antecedência. Eu não vou dividir contigo a apresentação da implementação até porque tu não codificastes uma linha de código e nem sabe como, de fato, o programa funciona.
Obrigada por duvidar da minha inteligência. Eu sei, sim, como o programa funciona porque eu estudei os códigos depois que tu sentaste comigo e me explicaste. Li o livro de contraponto umas duas vezes pra saber direitinho do que ele se tratava. Eu posso não ter o embasamento musical que tu tens ou não devo saber tanto da implementação quanto tu, mas burra, como tu pareces me ver, eu tenho certeza que não sou.
Sim, eu não codifiquei uma linha. Eu disse que não sabia programar em C# e tu não deste nenhuma outra opção de linguagem. Simplesmente escolhestes C# e ainda me disseste que eu não sei programar. Se eu não sei programar, não sei como estou terminando essa faculdade e nem como ganho dinheiro.
Espero duas coisas de ti, sendo tu uma pessoa honesta como imagino que sejas. Primeiro, que assumas frente aos professores que o atraso do artigo foi culpa tua, pois seria injusto que eu paguasse por tua irresponsabilidade. Segundo, que aceitasses revelar ao professor que o trabalho prático foi feito apenas por mim, porque acho injusto que uma implementação interessante feita só por mim que pode, talvez, ser continuada e ser objeto para uma pesquisa futura tenha o nome de alguém que não ajudou em nada atralado.
Assumo sem problemas.
Eu só acho chato que foste tu quem propôs que a divisão do trabalho fosse assim. E, agora, um dia antes da apresentação, tu vens e me pedes pra eu assumir minhas culpas e, talvez, ficar sem esses créditos. Pois, no final das contas, é o trabalho que vai dar a nota pros alunos. Eu assumo sim que o atraso do artigo foi culpa minha. Se eu vou assumir isso, tu também vai dizer que tu escolheste que o trabalho fosse dessa maneira. Assim como eu, tu também concordaste em fazer a divisão assim: tu fazes a implementação; e eu, o artigo. Eu sei que o artigo não estava lá uma brastemp.
Que tu fiques com o conceito A e eu com o conceito C? Ótimo. Eu não me preocupo com o conceito que vai ficar no meu histórico. Isso pra mim não faz diferença. Não é isso que me faz melhor ou pior que alguém.
Eu sei das minhas falhas, sei que o artigo não estava bom. Tive muitos (mas muitos mesmo) problemas familiares durante esse semestre e sei que isso não é desculpa. Não é lá muito fácil fazer o que se tem de fazer quando se sabe que seu pai pode morrer a qualquer instante quando tu não podes realmente estar presente. Mas eu resolvi enfrentar assim mesmo sem te dizer nada, afinal o problema, literalmente, é meu. Dei meu melhor, mesmo sabendo que não era o melhor que tu esperavas. Não quero pena, não quero nem que tu compreendas isso ou aches que eu estou fazendo drama. Não é nada disso, mas é o que acontece.
Lembre-se que parte do primeiro artigo (aquele ruim) eu escrevi - a parte relacionada a implementação. E lembre-se, também, que o segundo artigo foi praticamente reescrito por mim.
Claro que eu não estava lá junto reescrevendo. É evidente isso.
Às vezes, eu acho que tu falas como se eu não tivesse feito absolutamente nada. Eu sei que eu não fui a melhor estudante esse semestre, mas nada eu tenho certeza que não fiz. Minha vida virou de cabeça pra baixo e eu não soube levar decentemente. Eu admito isso. Não pago 380 reais de psicóloga mensalmente pra nada. E eu realmente agradeço a Deus por ter sido esse semestre. Poderia ter sido bem pior.
Espero que tenhas consciência das tuas ações.
E eu espero que tu tenhas consciência das tuas.
Sexta-feira conversamos com os professores juntos.
Beleza. Conhecendo o Johann, certamente eu vou reprovar nesses créditos.
Sem problemas. Formatura tem todo o semestre.
Como eu já disse, não é isso que me faz melhor ou pior que alguém.
Obrigado,
Marcelo
--
Priscilla Kurtz Vieira de Carvalho
www.inf.ufrgs.br/~pri
superpri@gmail.com
"All subtypes of a serializable class are themselves serializable."
--
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
EU ODEIO DRUPAL!!!
EU ODEIO ELE! EU ODEIO! ODEIO! ODEIO! ODEIO!
Fatal error: Allowed memory size of 8388608 bytes exhausted (tried to allocate 14592 bytes) in /var/www/drupal/modules/flexinode/field_image.inc on line 166
ODEIO! ODEIO! ODEIO!
Odeio ainda mais o Pablo que força a gente a usar esse lixo.
Primeiro que, fazendo apt-get install drupal, o treco vem com metade dos arquivos faltando.
Segundo que, baixando o tarball, o treco lança o erro bizarro acima quando tenta-se acessar http://localhost/drupal/?q=admin/modules.
Tô odiada.
Fatal error: Allowed memory size of 8388608 bytes exhausted (tried to allocate 14592 bytes) in /var/www/drupal/modules/flexinode/field_image.inc on line 166
ODEIO! ODEIO! ODEIO!
Odeio ainda mais o Pablo que força a gente a usar esse lixo.
Primeiro que, fazendo apt-get install drupal, o treco vem com metade dos arquivos faltando.
Segundo que, baixando o tarball, o treco lança o erro bizarro acima quando tenta-se acessar http://localhost/drupal/?q=admin/modules.
Tô odiada.
terça-feira, 18 de julho de 2006
Se faz é porque fez. Se não faz é porque não fez. Se resolve não fazer é porque não resolveu fazer. Tô de saco cheio disso, viu?
Só sei de uma coisa: se essa bolsa da Alemanha não me contemplar, eu serei o ser mais frustrado e infeliz da face da terra até a minha formatura. Depois, eu já sei direitinho o que eu vou fazer e podem dar pitaco. Eu já decidi, mesmo...
Só sei de uma coisa: se essa bolsa da Alemanha não me contemplar, eu serei o ser mais frustrado e infeliz da face da terra até a minha formatura. Depois, eu já sei direitinho o que eu vou fazer e podem dar pitaco. Eu já decidi, mesmo...
sábado, 8 de julho de 2006
Ao Rocca:
Sem querer ser grossa, mas já sendo: que história é essa de ficar criando boatos sobre minha vida? E se eu realmente estiver ficando com alguém? E se eu não tiver? Qual é a porra do problema?!?! Se eu quero alguma coisa, eu faço acontecer. Quem sabem vocs sigam o meu exemplo e parem de ficar fazendo fofoquinha de mim e me pedindo explicação. Quando eu quero que todos fiquem sabendo de algo, eu grito aos quatro ventos. Nunca tive problemas com isso. Se eu desejo que certas coisas fiquem privadas, elas ficam privadas. É assim que eu trabalho. Respeitem. Eu respeito vocês. Rocca, eu nunca fiz fofoca nenhuma das coisas que aconteceram entre tu e a Dalila. Não fiz pelo simples fato que não me interessa fazer esse tipo de fofoca. E se tu não quis me contar, foi porque tu não quis e eu não fui tomar explicação de ti. Ou fui?
Se vocês pagassem minhas contas ou me sustentassem talvez eu devesse alguma satisfação do que eu faço ou deixo de fazer. Vocês têm algum problema com isso? Fazer o favor de vir falar comigo e não ficar criando uma tempestade em copo d'água. E não se sintam tapados, vocês não têm o dever de saber que se passa na minha vida. Se vocês não sabem, é porque não precisam ficar sabendo.
Estamos entendidos?
Se vocês pagassem minhas contas ou me sustentassem talvez eu devesse alguma satisfação do que eu faço ou deixo de fazer. Vocês têm algum problema com isso? Fazer o favor de vir falar comigo e não ficar criando uma tempestade em copo d'água. E não se sintam tapados, vocês não têm o dever de saber que se passa na minha vida. Se vocês não sabem, é porque não precisam ficar sabendo.
Estamos entendidos?
segunda-feira, 17 de abril de 2006
quinta-feira, 6 de abril de 2006
Assinar:
Postagens (Atom)