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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Redação: minhas férias (parte 1.2)

Parte 1.2: Disney e Universal Studios e Busch Gardens

Parques foram a recompensa de todo o trabalho que tivemos correndo.


Got my permission slip signed
Going to Hogsmeade!


Todo mundo tem de ir pra Orlando uma vez na vida e se divertir às ganhas nos parques. Eu fui para os parques duas semanas depois do ano novo. A maior fila que peguei foi no castelo de Hogwarts. E a fila levou uma hora e quinze. A segunda maior fila foi da montanha russa do Aerosmith e levou quarenta minutos. O restante variava entre 5 e 15 minutos. Os amigos da Flávia que passaram natal e ano novo em Orlando pegaram filas astronômicas de três horas.
Moral da história: existe épocas para se ir à Disney (e os parques adjuntos das outras empresas).

Precisa gostar de montanha russa, cinema 4D, essas coisas. Não adianta ir pros parques e ser um velho rabugento reclamando de tudo. Fica em casa, não gasta esse  dinheiro. E eu não vou ficar aqui explicando "ai que brinquedo massa! você deve ir nesse" ou "esse brinquedo é uma porcaria, não perca seu tempo!" porque eu não sou guia de turismo.

Só vou dizer que é muito massa e tem umas fotos legais aí pra ver.

sábado, 16 de junho de 2012

Redação: as minhas férias (parte 1.1)

A Flávia reclamou que eu não coloquei nada das férias aqui.
Então, chegou o horário. Tarde, mas, enfim, chegou.

Parte 1.1: runDISNEY.

It really is.

Minhas férias para os USA foram motivadas pela maratona na Disney que decidi fazer. A maratona virou o Desafio do Pateta com a entrada da Flávia na jogada. Aí a Vivi decidiu fazer a meia conosco.

Irmãs Buscapé Buenos Aires Revival


A vibe que rola nessa corrida é incrível. 15, 20, 30 mil pessoas correndo. De todos os cantos do planeta. As largadas com os fogos de artifício, os DJ animando a galera ás 4h30 da manhã e a quantidade de anônimos te dando força e te mandando pra frente com cartazes, gritos, palmas é de tirar o chapéu.

Minha primeira vez na Disney foi durante a corrida dos 5K, a Family Run. A mesma sensação que eu tive na minha primeira corrida, um 5K em SP com a Flávia, eu tive ali. Eu fui chorando de emoção a corrida inteira. Durante esses 30 anos, meu sonho era ir na Disney. A sensação que eu tinha era que eu corria em nuvens. Cada passo era um surpresa, uma coisa nova pra ver. E tudo ali! A bola do Epcot, a imensa árvore de natal, o castelo da Cinderela...

A corrida foi no dia do aniversário da Fá. Ela completou seus 42 anos fazendo coisas que ama: correndo com as chatas das suas irmãs na Disney. Magic, magic, magic.

Pycho face
A segunda corrida foi a meia maratona.

Getting ready!

Quando eu vi, a corrida tinha terminado. Foi muito rápido. Eu vinha correndo 20, 25, 30K nos treinos finais. 21K, foram fichinha. E é nessas corridas mais longas que você vê a organização do evento. Nem todo o percurso é dentro dos parques. E um parque é relativamente longe do outro. Na parte das estradas, tinha telão com desenho, exposição de carros antigos, banda de high school e suas cheerleaders, balão, personagens pra te entreter nesses pedaços que a Disney, em si, não pode.
Fora isso, as pessoas fantasiadas correndo... Fazem tudo valer a pena.

Bi-winning

A terceira e última corrida foi a maratona. Para mim, esse foi o desafio. Os 12K finais eram o desafio. Bora lá. Eu e a Flávia combinamos de correr juntas e sem tempo definido pra terminar.


Me deu um piriri no meio da corrida. Meio que passei mal, meio que deu falta de ar, meio que tudo me doía e eu achei que não ia completar mais a prova. Aí, comecei a chorar. Isso era na estrada para o Animal Kingdom. E foi nessa parte que eu vi que eu tinha me perdido da Flávia. Tudo bem que eu corri com o celular e não mandei um SMS pra ela nessa hora. A única coisa que eu podia fazer era me acalmar. Andei um pouco, tomei isotônico, comi um gel.

E o queniano baixou.

Saí correndo que nem uma desesperada. Esqueci totalmente da minha irmã. Hahahah. Corri num pique sensacional. Fui assim até lá pela milha 18. Foi quando eu vi que eu podia realmente terminar a corrida.

E o queniano me deixou.

Aí eu vi o estrago que o queniano me deixou. Quebrei ali. Alguns SMS depois, reencontrei a Flávia. Obviamente ela me deu um xingão, mas continuamos correndo. Ou melhor caminhando. Correndo um pouquinho. Caminhando. Correndinho. Caminhando. Caminhando. Caminhando. Mais uma vez a organização da prova: Biofreeze a cada posto médico. Deus abençõe o Biofreeze. Passava Biofreeze nas pernas e ia embora.

Tri-Winning


Cruzamos a linha de chegada correndo. Mas que sacrifício!

Não vi na net boas dicas da corrida, então aqui vão as minhas:
  1. Para qualquer corrida na Disney, fique hospedado no complexo Disney. Todo hotel tem um ônibus que leva os corredores dos seus hotéis para o local de corrida (e na volta) e esses ônibus têm preferência ao trânsito das pessoas que vêm de fora;
  2. Corram com uma Go Pro na cabeça ou um celular para tirar fotos;
  3. Durmam bem cedo nas noites antes da corrida porque a largada é MUITO cedo;
  4. As largadas acontecem em lotes do tempo mais rápido (largam primeiro) ao tempo mais longo para terminar a prova (largam por último). Esse tempo você coloca na inscrição da corrida. Mintam esse tempo para pegarem os parques ainda de noite. Ninguém confere esse tempo além da hora de você entrar no seu lote;
  5. Não precisa correr com diversas garrafinhas na pochete. Corra com uma e reabasteça nos postos de água;
  6. Sentiu dor? Passe Biofreeze nas pernas e siga correndo. Tem Biofreeze nos postos médicos;
  7. Olhe o percurso no site da corrida. Muda todo ano.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Porto Alegre

Para ler ouvindo Waiting For That Day do Rei George Michael.

Hot spot do verão do hemisfério sul em 2010.
Porto Alegre é demais.

O melhor lugar do mundo.
Porto Alegre me faz tão sentimental.

Correndo o risco de perder a herança que minha mãe não possui: provavelmente o lugar que eu mais amo no mundo.

Passar uma semana de férias em Porto Alegre foi uma das melhores coisas que decidi fazer nesse ano. Obrigada, TSE, pela oportunidade.
Parafraseando Jorge Drexler, eu que nunca supe bien cómo estar solo passei muito tempo sozinha aqui em Curitiba. E isso não decorre do fato de eu e o Tobias estarmos trabalhando em horários opostos.

Eu precisava de um combustível que só podia ser encontrado aqui: amizade.
Coisa tão difícil de se conquistar por aqui.

Long time, no see...

Eu precisava de um lugar onde as pessoas fossem vias de mão dupla, que não se importariam de me ceder um tempo de suas vidas pra me dar um abraço de verdade, que se interessassem pelo que eu estou fazendo.
Respondi noventa vezes a mesma pergunta, vi noventa vezes algumas pessoas.
Durante um café no Antônio, a Luana me diz que não queria me encher com o mimimi dela. Eu respondi:

- Meu. Não importa. Eu quero ouvir.

Luana e seu mimimi.

A Luciana é ótema.
Enquanto eu ia de ônibus de Curitiba a Porto Alegre, eu fiquei pensando sobre Porto Alegre e o que ela representa pra mim. Esse foi o momento que comecei a chorar. Não exatamente sobre uma coisa, mas sobre como eu nunca vou poder colocar em palavras o que Porto Alegre significa pra mim. Correndo o risco de ser babaca, Porto Alegre é um porto alegre. Pra mim.
A internets fez com que distâncias diminuissem, ainda não criou maneiras de materializar coisas à distância.


Amo muito tudo isso.

Eu só tenho amigas mulheres. Sucesso!!!

Vi quase todo mundo e percebi o quanto uma semana é um tempo curto quando a gente faz o que a gente quer. Vi minha psicóloga e percebi quanto medo eu tenho de reconhecer certas coisas que eu penso, de rever decisões. Afinal, tudo na vida tem limite, inclusive passar tempo na frente do youtube. Não estou pedindo pra sair, mas estou cansada do difícil, de ficar provando meu valor, de ficar matando todas as bolas no peito não importando a velocidade que elas venham.
Vai ver eu ainda tenho de aprender a não me importar tanto com tudo.

Porto Alegre é assim.
Um lugar do caralho.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Campus Party

Toda viagem sempre adiciona algo pras pessoas. Eu fui assim



e voltei assim.



Viu como acrescenta?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

La Maraton de Buenos Aires

Eu não vou contar que a é a minha segunda maratona como equipe de apoio, que foi super legal, que eu tive companhia da Margarete (a esposa vo Wilson, ex-paciente da minha irmã), que tínhamos um motorista pra nos levar nos 10, 20, 30 40 e chegada; que eu fiz amizade com alguns cachorros na Boca, que eu fiquei super emocionada, que eu perdi dinheiro e quase tive que mendigar no aeroporto; que, nessa hora eu lembrei que não habilitei o cartão de crédito pra ser usado internacionalmente, que tava tudo muito caro e eu não trouxe uma gota de álcool, que eu fui usada de laranja pelas minhas irmãs para elas usarem os banheiros dos estabelecimentos das mais diversas guloseimas hemanas, que o mais tarde que eu acordei nessa viagem foi às 9h da madrugada no sábado, que no domingo eu acordei às 5h30 e na segunda às 3h30; eu tomei remédio às 17h e ele começou a fazer efeito umas 20h e eu dormi no salão de embarque e que, quando eu acordei, havia uma fila gigantesca de gente embarcando; que, na volta, eu dormi no salão de embarque e tive de colocar relógio pra não perder o vôo, que um guri desmaiou no vôo de volta e atrasou todo o processo, que eu tive de parar de ouvir o nerdcast pras pessoas não acharem que eu tava rindo do guri. Não. Eu não vou contar isso.

Vou contar que minhas irmãs são duas trambiqueiras portuñolmente falando.
E isso rendeu as melhores cenas da viagem.

No táxi indo para Palermo. Vivi: "Es muy lontano de aqui?"
No restaurante. Vivi: "Y para nooooooOOOOOOOOS, pollo de campo", com direito à onda de volume ascendente nos ôs.
No hostel. Vivi: "No. La reserva es sô para mi".
No hotel. Vivi: "250 doláres". Estiquem o a ao falarem doláres. O atendente sem dentes retruca "250 dólares."

Teve uns furos da Fá, mas eu não lembro porque a Vivi era mais eloquente nessa parte.
Mas a mais sensacional de todas foi quando fomos marcar meu ônibus pro aeroporto.

Lá foram as irmãs trapo no Manuel Tienda León levar a Fá porque ela ia embora. Estávamos nós no caixa e as meninas portuñolando com o vendedor. Eu lembro de apenas ter aberto a boca pra falar o horário do vôo: "mañana a las siete y media". E aí era tal de o cara falar, a Vivi entender uma coisa, a Flávia outra, era um tal de tira dinheiro, "Não é pra pagar agora", guarda dinheiro, e tira dinheiro de novo, "Cómo se llama el hotel?" "Flávia".
Com essa, o cara me pega pela mão e diz "Venga conmigo, así nosotros no perdemos tiempo, si?"
Eu tava meio chapada da bombinha da asma (logo antes eu tive uma bela crise, a única da viagem) e não entendi na hora.
Rapidinho, ele me fez a reserva, tivemos apenas um mal entendimento do horário por conta de ser madrugada e bingo, estou com o número da reserva na mão. Chega a Flávia e a Vivi: "precisa pagar agora?" NOT!
Aí é que eu fui me dar conta que o cara me tirou dali porque as espertas estavam fazendo uma confusão com o portuñol e o cara se irritou com isso. Logicamente, ao entender, desatei a rir e expliquei o que aconteceu.

Lição do dia: fale em português se você não fala espanhol. Mas não fale como se o hispano-hablante fosse um retardado mental.

sábado, 11 de outubro de 2008

Si te veo a ver me voy a enloquecer.

De volta à cidade das lamentaçoes.
Que mané Jerusalém, Buenos Aires. Buenos Aires.
Já que eu nao vou mais mochilar na Europa no final do ano, aproveitei pra mendigar passagem via pensamento pra minha irma e ver a maratona amanha. Yay.
Nem beber eu posso porque a bebida do hostel acabou. E chove lá fora. E eu tenho de acordar às 5 de la mañana.
Lamentations, lamentations e pagamentations de penitations.

sábado, 29 de março de 2008

Kevin Johansen presenta Logo!




Ir no show de um artista no país dele é, realmente, outra energia. Fui no show dele junto com o Paulinho Moska aqui no Santander em fevereiro e não foi, nem de perto, a mesma energia. E olha que na platéia só se ouvia espanhol. Tudo bem que o show era compartilhado, mas, nem de longe, a energia de quando Kevin ficou sozinho no palco se compara com o show na La Trastienda.



Resumindo: o cara manda muito. Ele é todo bonachão, com suas músicas às vezes sérias demais (Anoche Soñe Contigo e Desde Que Te Perdí), às vezes escrachadas demais (Buenos Aires Antisocial Club, Amistad de Borrachera e So Lazy), às vezes com muitos elementos folclóricos (Fantasmas de Carnaval), às vezes simplesmente magníficas e simples com a mesma frase em três línguas diferentes (Campo Argentino). E a banda, The Nada, está na altura certa. Eles combinam muito. O baterista é um velhinho muito do simpático. E toca bagarai.
Kevin conta histórias, canta, conversa, canta no meio do povo, dança e diverte a galera. Ele tem a coisa que mais gosto em um artista: ele conserva o arranjo do disco durante o show. Não que não haja modificações, mas a música permanece, basicamente, a mesma. Escutem as versões de The Great Gig In The Sky do Dark Side e do Pulse. Odeio a versão do Pulse. A alma da canção é a mulher cantando e a mulher que canta no disco é simplesmente perfeita. As cantorinhas do Pulse acabam com a música em questão de segundos, IMO.
Eu sou muito fã de KJ, Machado criou um monstro e sou muito suspeita, mas quem curte coisas diferentes devia ouvir Kevin. Tão fã que troquei as datas da minha viagem só pra ir no show do cara.
E comecem pelo City Zen (meu preferido).



E sim, ele tem uma guitarra da Hello Kitty.
Eu amo esse cara.

Diálogos de Taxista

- Estás libre?
- Sí. Dónde vás?
- A la Bombonera.
- Dónde?
- La Bombonera.
- Y dónde es eso?
- Ahn... el estádio del Boca Juniors?!
- Ahhh! La Bombonera!
- Sí! La Bombonera.
- Porqué no he entendido dónde querias ir.
- Sí! Y yo soy la turista acá!
- Estaba mandando mensaje e pregunté dónde ias... No he endendido. Pasa.
- Si, pasa.
- Porque pensé: mujer maluca, dónde que quieres ir...

sexta-feira, 28 de março de 2008

EZE: a novela, capítulo 5 - A ida

Saí da Idea eram 15h15. :)
Fiquei lá e resolvi todos os bugs que me foram dados e até tarefas bizarras que apareceram durante o dia. Resolvi na correira. Vamos ver o que o Mantis me aguarda pra segunda-feira.

Cheguei no aeroporto eram 15h35. Disse o tio da Varig que eu era a última passageira a entrar no vôo que saia às 15h55!!!!! Um absurdo. Eles queriam encher a aeronave correndo para ver se sobrava lugar no vôo pros caroneiros que trabalham no aeroporto. Vim até São Paulo conversando com uma designer de sapatos (!!) e uma pediatra. Muito simpáticas.

Perguntei pro Whiscas o que faria com o tempo que tinha entre um vôo e outro.
Esqueci que entre o Congonhas e o Guarulhos existe uma estrada. Gastei o tempo da conexão no traslado. Foi mais simples do que esperava. Chegando lá, fui declarar meu note. Sim, trouxe meu note. A câmera do João tem só memória interna e meu telefone tem 256M. E eu não ia ficar catando uma lan pra gravar dvd.
Anyway, fui declarar. Comentei também com o Whiscas se precisava do nota fiscal, já que ele é importated. Ele disse que poderia dar algum galho exatamente por conta de eu não ter a nota. Retruquei que, como ele é meu e tem apenas sete meses de uso, ele parece ter 23864923876493246 anos.
BIngo.

- OI. Quero declarar meu note e câmera.
Tio olha minha câmera.
- Não precisa declarar a câmera. Deixa eu ver o laptop.
Eu mostro laptop.
- Ah. Não precisa não. Dá pra ver que ele é bem velho.
- É. Dá mesmo. Tá bom, então. Obrigada!

E fui achar uma casa de câmbio.

A jantinha do vôo pra BsAs foi bem gostosa: massinha com vinho tinto.

Chegando no aeroporto de Ezeiza, comprei a coisa mais legal de toda a viagem: um baralho espanhol gigante! E bem caro: U$22. Ninguém merece. Mas é um baralho espanhol gigante!!
Fui saindo, saindo e encontrei um quiosque do Manuel Tienda León. E ainda tinha ônibus pra BsAs! Não precisei dormir no aeroporto! Nem precisei correr atrás de um lugar pra ficar! Entrei no ônibus e quem disse que eu sabia onde tinha de descer?! Bom, usei a técnica default: quando me perguntarem alguma coisa, eu falo.
Chegando no ponto no Porto Madero, o tio me perguntou pra onde eu ia. Disse que ia pra Tucumán a cerca de 500.

- Todo bien. Pagués más trés pesos allá.

E me deixaram na frente do hostel!

O Brasil é uma merda se tratando desses servićos.

EZE: a novela, capítulo 4

- Descobri que vou ter de dormir no aeroporto. Meu vôo chega às 00:30 e o último ônibus sai às 00h. Pra isso, comprei uma cobertinha igual a que tem nos sofás da Lu. Rosa, obviamente. Não tinha a de bolinhas... :(
- Um táxi do aeroporto até a cidade custa 105 pesos argentinos. Ainda estou pensando se pago esse táxi ou não.
- Tô nervosa!! Hahahahah....

quinta-feira, 27 de março de 2008

EZE: a novela, capítulo 3

- Confimaram a lista de espera da volta! E com isso foi confirmada minha volta!! EEEE!!! Mas recebi um email dizendo que minha passagem não estava paga (hn?!). Mas era só uma taxinha de embarque de alguma diferença de passagem. Provavelmente da que tem conexão.
- Tenho de mandar o fax pro mala da imobiliária e a Idea não tem fax (como isso?).
- Tenho de conseguir uma máquina fotográfica emprestada.
- Tenho de montar a "mala".
- Tenho de descobrir o mistério da duplicação dos destaques. Sozinha! Aaaaaa! Pelo menos o mistério das fotos está quase solucionado. Só tenho de descobrir porque o raio do id vem null depois do merge.

quarta-feira, 26 de março de 2008

EZE: a novela, capítulo 2

- Ontem cancelei a passagem porque não havia outro vôo na sexta que não o do meio-dia. O do meio-dia estava lotado.
- Hoje, pela manhã, descobri um vôo na sexta às 15h55. Resumo: estou na lista de espera do vôo de volta. Se o mocinho de ontem tivesse me dito desse vôo das 15h55, meus problemas estariam resolvidos.
- Meu chefe me deixou, um pouco contrariado, eu sair às 15h pra pegar o vôo. Para isso, amanhã e sexta venho para o trabalho às 7h30.

E agora... música!

terça-feira, 25 de março de 2008

EZE: a novela, capítulo 1

- Idea não me deu folga por conta do projeto
- Não tinha lugar no vôo da sexta. Então, tenho um voucher da Varig de ~U$150
- Os horários de ônibus são horríveis e tem poucos lugares. Fora que só se vai pela Pluma e volta-se pela FlechaBus.
- E eu paguei o ingresso do KJ.

E, agora... música!

segunda-feira, 24 de março de 2008

Primeiro gasto do dinheirão

Pra quem ainda não sabe, eu vou viajar (mas amanhã eu vou voltar) pra Buenos Aires quarta a princípio. E a maluca da Bruna, de fronte ao turbilhão de coisas que me aconteceu no meu inferno astral, fez uma vaca que rendeu aproximadamente 750 pila com os nerds amigos. (Aguardem o email de muito obrigada. :) Quando eu decidi viajar, Buenos Aires pareceu um bom lugar além de ter um nome sugestivo.

Nesse final de semana, fui no cinema com a Kaqui e o Dani e resolvemos passar no paraíso Livraria Cultura. Fui na sessão de viagens e fiz o primeiro gasto do dinheirão: um guia. Simplezinho, com mapa do subte, uma breve (beeeeeeeeem breve) história da cidade e muitos endereços.

Tchans.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Chica Rolinga

Eu vou!
Eu vou!
No Kevin Johansen agora eu vou!
Parará tim bum!
Parará tim bum!
Eu vou!
Eu vou, eu vou, eu vou!

terça-feira, 4 de março de 2008

Não ia contar, mas já que eu abri a boca...

Eu comentei com a  que eu ia me dar um presente de aniversário.
Ela me perguntou o que era e eu não contei. Mas eu e minha boca grande contamos pra outras pessoas.
Então achei justo contar para meus amigos. :)

Vou pra Buenos Aires!  .o/