quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Eleições

Um bom tópico do qual não tenho mais tesão.
Quando eu era piá, eu me interessava bem mais. Quem diria, uma piá se interessando por política. Mas eu gostava, lia sobre e tinha minhas idéias de como o mundo deveria ser.
Depois de quatro anos de governo Lula, perdi totalmente o tesão pela política. Já diria o Marlon, políticos são apenas a reflexão da sociedade. O que é verdade: a gente não segue regras. Therefore, a gente vota em gente que também não segue regras. Brasileiros não seguem regras pela existência do maldito jeitinho brasileiro.
Eu realmente achei que, quando eu votei 13 em 2002, as coisas poderiam mudar. Hoje, vejo que é tudo a lesma lerda. Ou pior. Essa eleição, eu não me preocupei em escolher candidatos. Como diz a Lu: se a gente vai votar em ladrão, vota em ladrão novo. Votei errado pra governador, não ajudei o PV a romper a cláusula de barreira (shame shame) e fiz sinal de punk-rock pra urna quando votei 50.
Quebrando todos os paradigmas da piá supracima citada, o Brasil não tem jeito mesmo.
Hoje fico pensando se a República Rio-grandense não era realmente uma boa.

Gostosas pra que te quero

Cinco anos de computação fizeram alguma coisa comigo. Eu não era assim, mas confesso que gosto mais de mim assim do que antes. Várias coisas ficam no meu pensamento em relação a isso. Acabei criando muitas restrições, muitos valores, algumas crenças e diversas teorias sobre o comportamento humano em cinco anos de computação.
A nova moda agora é pegar gostosas. Isso era um pensamento que corria na minha mente há algum tempo e algo que eu estou com muita vontade de experimentar. Já combinei com os guris de ir pro Parcão dar nota pras gostosas que correm lá de tarde. Agora só tenho de falar com a Carol e a Renata pra elas me levarem pra zona.

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Deve ter alguma coisa errada no cosmos

É a segunda vez em dua semanas que eu vi a Renata. Credo.
Pra quem não sabe, eu estudei um ano no Pastor Dohms. E lá, a Renata era minha colega daquelas que se acha muito porque já transava na oitava série. Eu tinha 13 anos, ela devia ter 14 ou 15. Ela não era bonita, mas tinha um sex-appeal do caralho. Credo. Todos os caras queriam ficar com ela. E contava vantagem pra cima de mim. Não sei por que pra cima de mim, eu era a guria nova que não conhecia ninguém. Nem sabia do passado da maluca, mas como eu vou morrer e não vou ver tudo... Dessa ótica, até faz sentido. Anyway...
Um belo dia, eu estava indo pra iProcess quando ela ainda ficava no Bom Fim, quem entra no ônibus chorando para caralho? Dona Renata. Eu, solenemente, retirei meus fones de ouvido e fiquei ouvindo a conversa dela com sua mãe e fiquei curtindo meus momentos de vingança interna. Ela reclamava dele. Eu fiquei entre dois: pai o namorado. Da conversa que ouvi, era namorado porque... De repente ela fala: "não tenho nem dinheiro pra comprar fralda!" e "... e eu naquele empreguinho ridículo que qualquer guria de segundo grau pode fazer. Eu não consigo nem fazer faculdade direito, mãe..." Eu penso: "ohmeudeus! ela tem um filho! e não terminou a faculdade!"
E, em duas semanas, eu vi essa guria duas vezes. Eu hein. Espero que isso não seja um aviso.
Moral da história: quem manda dar sem camisinha prum cara? Não é negócio ser a mais bonita, ou ser a miss sex-appeal, do colégio.