Eu fico naquela expectativa de achar uma turma, mas, frequentemente, eu não abro a boca nas turmas que eu compareço. Eu me sinto esquisita conversando com gente que eu não conheço. Embora queira conhecê-las. Fica sempre o sentimento de falar o que não devia na hora errada, piadas que não são compreendidas, referências não encontradas no banco de dados alheio.
Não gosto de comentar em blogs. Isso é mais pelo fato das palavras e eu não sermos melhores amigas. E tem aquilo: se é pra comentar coisas que não adicionam ou só querer dizer "vim aqui e li seu post", eu não comento. É perder meu tempo e o tempo do dono do blog.
Também não sou uma pessoa de fórums. Me parece mais estático que email e às vezes eu não entendo o fluxo da conversa.
Fico esperando por aquela pessoa que não tem esse tipo de dificuldade. Que conversa com todo mundo, que tem facilidade com social e verbal. Eu não me importo de responder perguntas, mas fico muito sentida quando elas não são perguntadas de volta.
Minha mãe dizia que eu era uma criança que se apresentava pras outras na praia pra poder brincar. I wonder where this kid go.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Novidade!
Vou ganhar um estagiário! Com isso, eu realmente decidi fazer um pós em gerência! Hi money! Here I go!
Diz o Tobi que eu tenho de fazer uma referência pythonesca pra ver se o entrevistado é realmente uma boa pessoa. Pensei em levar duas metades de côco para isso e perguntar pro entrevistado o que ele lembra com esse som.
Alguém dos meus 0,8 leitor tem mais alguma ideia de referência?
Diz o Tobi que eu tenho de fazer uma referência pythonesca pra ver se o entrevistado é realmente uma boa pessoa. Pensei em levar duas metades de côco para isso e perguntar pro entrevistado o que ele lembra com esse som.
Alguém dos meus 0,8 leitor tem mais alguma ideia de referência?
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