sábado, 16 de junho de 2012

Redação: as minhas férias (parte 1.1)

A Flávia reclamou que eu não coloquei nada das férias aqui.
Então, chegou o horário. Tarde, mas, enfim, chegou.

Parte 1.1: runDISNEY.

It really is.

Minhas férias para os USA foram motivadas pela maratona na Disney que decidi fazer. A maratona virou o Desafio do Pateta com a entrada da Flávia na jogada. Aí a Vivi decidiu fazer a meia conosco.

Irmãs Buscapé Buenos Aires Revival


A vibe que rola nessa corrida é incrível. 15, 20, 30 mil pessoas correndo. De todos os cantos do planeta. As largadas com os fogos de artifício, os DJ animando a galera ás 4h30 da manhã e a quantidade de anônimos te dando força e te mandando pra frente com cartazes, gritos, palmas é de tirar o chapéu.

Minha primeira vez na Disney foi durante a corrida dos 5K, a Family Run. A mesma sensação que eu tive na minha primeira corrida, um 5K em SP com a Flávia, eu tive ali. Eu fui chorando de emoção a corrida inteira. Durante esses 30 anos, meu sonho era ir na Disney. A sensação que eu tinha era que eu corria em nuvens. Cada passo era um surpresa, uma coisa nova pra ver. E tudo ali! A bola do Epcot, a imensa árvore de natal, o castelo da Cinderela...

A corrida foi no dia do aniversário da Fá. Ela completou seus 42 anos fazendo coisas que ama: correndo com as chatas das suas irmãs na Disney. Magic, magic, magic.

Pycho face
A segunda corrida foi a meia maratona.

Getting ready!

Quando eu vi, a corrida tinha terminado. Foi muito rápido. Eu vinha correndo 20, 25, 30K nos treinos finais. 21K, foram fichinha. E é nessas corridas mais longas que você vê a organização do evento. Nem todo o percurso é dentro dos parques. E um parque é relativamente longe do outro. Na parte das estradas, tinha telão com desenho, exposição de carros antigos, banda de high school e suas cheerleaders, balão, personagens pra te entreter nesses pedaços que a Disney, em si, não pode.
Fora isso, as pessoas fantasiadas correndo... Fazem tudo valer a pena.

Bi-winning

A terceira e última corrida foi a maratona. Para mim, esse foi o desafio. Os 12K finais eram o desafio. Bora lá. Eu e a Flávia combinamos de correr juntas e sem tempo definido pra terminar.


Me deu um piriri no meio da corrida. Meio que passei mal, meio que deu falta de ar, meio que tudo me doía e eu achei que não ia completar mais a prova. Aí, comecei a chorar. Isso era na estrada para o Animal Kingdom. E foi nessa parte que eu vi que eu tinha me perdido da Flávia. Tudo bem que eu corri com o celular e não mandei um SMS pra ela nessa hora. A única coisa que eu podia fazer era me acalmar. Andei um pouco, tomei isotônico, comi um gel.

E o queniano baixou.

Saí correndo que nem uma desesperada. Esqueci totalmente da minha irmã. Hahahah. Corri num pique sensacional. Fui assim até lá pela milha 18. Foi quando eu vi que eu podia realmente terminar a corrida.

E o queniano me deixou.

Aí eu vi o estrago que o queniano me deixou. Quebrei ali. Alguns SMS depois, reencontrei a Flávia. Obviamente ela me deu um xingão, mas continuamos correndo. Ou melhor caminhando. Correndo um pouquinho. Caminhando. Correndinho. Caminhando. Caminhando. Caminhando. Mais uma vez a organização da prova: Biofreeze a cada posto médico. Deus abençõe o Biofreeze. Passava Biofreeze nas pernas e ia embora.

Tri-Winning


Cruzamos a linha de chegada correndo. Mas que sacrifício!

Não vi na net boas dicas da corrida, então aqui vão as minhas:
  1. Para qualquer corrida na Disney, fique hospedado no complexo Disney. Todo hotel tem um ônibus que leva os corredores dos seus hotéis para o local de corrida (e na volta) e esses ônibus têm preferência ao trânsito das pessoas que vêm de fora;
  2. Corram com uma Go Pro na cabeça ou um celular para tirar fotos;
  3. Durmam bem cedo nas noites antes da corrida porque a largada é MUITO cedo;
  4. As largadas acontecem em lotes do tempo mais rápido (largam primeiro) ao tempo mais longo para terminar a prova (largam por último). Esse tempo você coloca na inscrição da corrida. Mintam esse tempo para pegarem os parques ainda de noite. Ninguém confere esse tempo além da hora de você entrar no seu lote;
  5. Não precisa correr com diversas garrafinhas na pochete. Corra com uma e reabasteça nos postos de água;
  6. Sentiu dor? Passe Biofreeze nas pernas e siga correndo. Tem Biofreeze nos postos médicos;
  7. Olhe o percurso no site da corrida. Muda todo ano.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cia. Aérea + Mala extraviada + Receita Federal. O que fazer?


Férias no estrangeiro! O que pode acontecer de ruim?!
Ter sua bagagem extraviada com suas compras na volta.

Foi o que aconteceu comigo. E deixo o relato aqui para você, caso aconteça, não passe o perrengue que eu passei por conta de falta de informação.

A primeira coisa que você devia fazer antes de viajar é colocar a maldita etiqueta com seu nome e seu telefone na mala. Foi a primeira pergunta que o pessoal da companhia aérea me fez quando a mala foi dada como extraviada. Faça isso para todas as suas malas de uma vez. Agora que sua mala foi perdida, você entende a importância dessa etiqueta.

Quando sua bagagem não aparece na esteira, você precisa ir até um funcionário da companhia aérea e dizer que a sua bagagem não está lá. No meu caso, houve problema na conexão. Vim dos Estados Unidos para o Brasil com conexão no Panamá. Lá, o vôo que eu comprei para o Brasil estava com overbooking e eu não consegui embarcar. Como o check-in foi feito para esse vôo, as malas acabaram viajando nele embora a mala estivesse com uma etiqueta IMENSA dizendo STAND-BY, assim como no meu cartão de embarque. Eu fui somente no próximo vôo.
Ao chegar no Brasil, enquanto o Tobi ficou na esteira vendo se nossas bagagens estavam lá, eu fui achar o funcionário da companhia aérea. Expliquei exatamente isso para o funcionário e ele sabia exatamente do que se tratava. O funcionário vai pedir a etiqueta das bagagens que você recebeu no check-in  para entrar com os identificadores no sistema pra ver o que aconteceu com sua bagagem. Por conta da diferença de vôos, a companhia aérea pegou minhas malas e colocou-as em seu escritório fora da área de desembarque.

Caso ela realmente não tenha chego no destino, você vai abrir um protocolo sobre isso e provavelmente vai ganhar um telefone para ligar para pedir informações sobre o andamento. É muito importante você saber quais são os vôos existentes da rota que você fez. No meu caso, existem 2 vôos entre a Cidade do Panamá e São Paulo: um que chega por volta das 7h e outro por volta das 21h. Então não adiantava ligar em qualquer hora do dia. Quando a mala é encontrada, a companhia aérea deve ligar para sua casa para informar o encontro e envia a mala para a sua casa caso ela não fique retida na Receita.

Se a sua bagagem foi extraviada e foi pega pela Receita como vou declarar o que há lá dentro? Assim que  realizar o protocolo de extravio de bagagem, vá até a Receita Federal com ele e diga que você vai declarar o que há dentro daquela mala quando ela chegar. Esse é o procedimento recomendado. Dessa forma, você garante que você vai poder usar a sua cota para a declaração dos bens. Caso contrário, você pode pagar 100% sobre o que há na bagagem dependendo do fiscal.

É uma burocracia do cão e as companhias aéreas não sabem informar.
Informe-se. Não seja apenas mais um.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

... e é o fim da base

Pelo menos é o que pregam os maquiadores da SPFW. Ouvi o podcast Na Roda e fiquei pensando sobre o assunto.

Seriously?

E eu acho que a base não vai acabar por diversos motivos.

Primeiro: eu trabalho com tecnologia e ali funciona assim. Pra uma tecnologia  terminar impreterivelmente deve surgir uma melhor no seu lugar. Além disso,  essa nova tecnologia precisa de entusiastas que defendendam seu uso ao invés da outra sempre divulgando suas vantagens.
Os maquiadores da SPFW defendem quem a nova base é o dermatologista. Isso significa que os dermatologistas descobriram um jeito de eliminar a pele oleosa? Modificar a pele seca para que não seja mais seca? Eliminar a acne e as cicatrizes que elas deixam com perfeição? Além disso, eliminar por completo o aparecimento de espinhas e cravos?
Além disso, os programadores inventaram um filtro para passar nas imagens transmitidas pelas televisões HD para neutralizar os efeitos do tempo (y otras cositas más) nas nossas caras? É isso, Arnaldo?

Segundo: sempre haverá gente que prefira aquela aparência de pele perfeita que a base te disponibiliza. Gosto é gosto, gente. A não ser que isso seja lei e que sua vistoria passe a ser realizada e que nunca mais nenhuma base seja vendida no mercado paralelo, a base não vai ter fim.

Terceiro: a combinação de produtos é, sim, uma afirmação. Cada vez mais, a mulherada procura por produtos multifuncionais: base que tem filtro solar e é hidratante, hidratante com cor, filtro solar com cor, batom hidratante com filtro solar... Este é outro ponto tocado no podcast que vai de encontro a algo que eu acredito. A praticidade está chegando no mundo dos cosméticos porque algumas coisas já entraram na cabeça do povo, uma delas é que o filtro solar é importante.

É muito sério alguém afirmar que isso não é tendência; e sim, afirmação. Cuidar da pele deveria ser, sim, prioridade para todo mundo. Ir ao dematologista, dentista, e outros istas por aí também deveriam. É um dos pontos que tocam no podcast: nem todo mundo tem grana para médico. E há quem prefira métodos mais, digamos, simples de resolver seus problemas. Para uma pele oleosa, há uma base com finalização matte. Para uma pele seca, há bases hidratantes.

A tendência da maquiagem para a estação é ser o mais natural possível, mas eu acredito que isso seja incutido nas bases, fazendo com quem haja mais bases de baixa cobertura oferencendo outros serviços como hidratação, diversas finalizações, fator solar e antiidade.

Se duvidar, aparece uma base zero cobertura por aí daqui a alguns dias.